A noite transcende o pensar rejeitado na proposta de aquisição dos desejos iminentes.
A noite emite o agir avante, rejeitando a qualquer pré-consciência do que vem a ser um prejuízo alimentado.
A noite simplifica as emoções e transfigura-as, contraditoriamente, em vastidões.
A noite procura dispor julgamentos como convicções.
E, então, eu aqui, em um combate interno por luminosidade.
Mas a luz lança fora a personificação daquilo que eu não sei se é real.
Por isso, ainda assim, prefiro a noite.
As várias informações embutidas nos movimentos impensados me deixam ainda mais confuso.
Mas, na confusão de contemplar o pensamento, já nem sei quem eu sou.
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